Ela é uma detetive bastante experiente e determinada que, mesmo quando chega a um beco sem saída, não desiste no meio do caminho de um caso já iniciado. Pelo contrário, isso dá à inspetora de polícia um impulso para trabalhar com mais determinação nas investigações criminais, o que, no fim das contas, geralmente leva à resolução do caso e à captura do criminoso ou dos criminosos. Assim, a polícia recebeu uma ligação sobre o assassinato de um entregador de pizza. Nada nesse caso indicava que se tratasse de um planejado. O caso ficou a cargo de Kip Glasli. Ligaram para sua casa tarde da noite, quando ela já dormia, mas o senso de dever a fez levantar da cama. Afinal, para quem exerce essa profissão, não existe o conceito de folga. Ao chegar ao local do crime, a detetive Glasli imediatamente se dedicou à investigação. Aparentemente, que a morte do entregador de pizza tivesse ocorrido de forma espontânea, ou talvez até mesmo acidentalmente. No entanto, tratava-se de um assassinato, cruel e sem sentido à primeira vista. Ora, quem precisaria atirar em um rapaz comum, que só entregava pizza? Só que, quanto mais Kip se aprofundava na investigação, mais se convencia de que aquele crime não havia sido cometido sem motivo. Na pizzaria onde o rapaz assassinado estava, como sempre, lotada. Os telefones não paravam de tocar. Os londrinos queriam pizza e a recebiam no menor tempo possível. A inspetora de polícia descobriu que Abdullah, assim se chamava o entregador de pizza, nem deveria ter ido àquele endereço. No entanto, o pedido foi feito para ele e ele foi, o que acabou sendo o caminho para a própria morte. Agora, a detetive Glasley precisa juntar todas as peças do quebra-cabeça e descobrir quem, na verdade, queriam matar e quem está por trás desse assassinato cruel e tão sem sentido de um simples entregador de pizza.