Então, a orquestra de Nova York trocou seu chefe. O maestro. O Sr. Pembroke dá seu concerto de despedida e passa o bastão para o jovem, excêntrico e muito ambicioso maestro Rodrigo. O jovem é um músico excepcionalmente talentoso, dotado de um ouvido único — e foi exatamente isso que chamou a atenção para ele -, além de uma aparência muito interessante. A diretora, ao assinar contrato com o jovem, esperava elevar o nível profissional de seu conjunto e aumentar suas receitas. A orquestra sinfônica tem se mantido à tona com dificuldade ultimamente; os concertos não trazem o lucro desejado; por isso, uma nova figura, como corretamente argumentou Glória, pode influenciar significativamente a atenção e o interesse dos ouvintes. No entanto, Rodrigo de Souza não deseja seguir as ordens da chefia, ele não quer continuar trabalhando com o repertório que está em cartaz atualmente. O jovem maestro muda constantemente o repertório, busca sons ideais — pode-se dizer, únicos -, se empenha em trazer novos músicos para o grupo, procura comparecer a todos os eventos realizados para arrecadação de fundos — mais uma fonte de renda — e, ao mesmo tempo, critica incessantemente, o que provoca um descontentamento totalmente natural dos músicos mais experientes. Rodrigo passa a ter inimigos que o acusam de todos os pecados, sobretudo de estar colocando suas amantes no grupo. Mas a história não termina aí, e sim apenas começa. E a greve do grupo da orquestra sinfônica da série dramática “isso é só o começo, o pior ainda está por vir”…