A vida de Jessica Campbell, a protagonista da nova série de super-heróis “Jessica Jones”, era, a princípio, bem comum, assim como a de milhares de outros adolescentes. Mãe e pai, um irmão mais novo irritante, a escola detestável e os sonhos típicos de adolescente com um garoto inatingível da escola. Um trágico acidente mudou tudo: o carro da família colidiu com um caminhão do exército que transportava resíduos radioativos, matando todos os membros da família da garota. A própria estudante fica internada no hospital por vários meses em coma e, ao acordar, percebe que se tornou uma pessoa incomum, dotada de superpoderes como a capacidade de voar, invulnerabilidade, superforça e algumas outras habilidades únicas. Da cama do hospital, a menina é acolhida pela família Jones, cujo sobrenome ela acaba adotando para si mesma. Agora, Jessica Jones já não é mais aquela jovem e ingênua estudante que sonhava com o Homem-F e que vivia à sombra de um colega de classe excepcional — o Homem-Aranha. Jess passou por inúmeros abalos e foi vítima do inimigo do Demolidor — Zebedeu Killgrave. O Homem Púrpura influenciou sua mente por muito tempo e a obrigou a fazer coisas horríveis, mas, graças à terapia de Jean Grey e à proteção psíquica implantada na mente da super-heroína, a mente de J Jones não está mais sob a influência de Zebedeu. O trauma psicológico causado pelo Homem Púrpura e o drama do passado, que privou Jessica Jones de seus pais, fazem com que Jess perca temporariamente a bondade inerente à sua verdadeira personalidade. Ela se torna uma Guerreira sombria, mas, ao recuperar a razão a tempo, decide se tornar uma detetive particular e, assim, expiar seus pecados mais sombrios, que, convenhamos, não são poucos. Deixando para trás sua carreira de super-heroína e seus pensamentos malignos passageiros, Jessica começa a vida do zero e quer ser uma pessoa comum, mas dificilmente conseguirá.