A família é o principal valor que uma pessoa recebe logo após o nascimento. Ao amadurecer, a pessoa decide por si mesma com quem se aproximar e com quem construir um relacionamento, ouvindo tanto a voz da razão quanto o chamado do coração, que bate acelerado ao ver o objeto de seu amor e desejo. O protagonista da série psicológica de suspense -dramático “Motel Bates”, não nasceu em uma família muito feliz. Sua mãe foi estuprada pelo próprio irmão, e Norma também não teve muita sorte com o marido, já que ele, um bebedor e briguento, não poupei de levantar a mão contra a frágil loira. A voz da razão sempre falhou com Norma; ela era atraída como um ímã por homens ruins e circunstâncias adversas. A morte do marido, que parecia muito com um acidente, levou a mãe e o filho a decidirem se mudar. Depois de resolver todas as questões organizacionais relacionadas ao funeral, acertar todos os assuntos pendentes e vender a casa, seis meses depois a dupla se muda para uma cidadezinha remota, onde decide recomeçar a vida do zero. Entusiasmada com as mudanças, Norma compra, com todo o dinheiro arrecadado, uma uma casa com um motel e, a princípio, tudo corre muito bem. Norman conhece as garotas bonitas da região, se dá bem com a professora de literatura, a Srta. Watson, enquanto Norma se dedica a arrumar a nova casa, mas à noite tudo muda. A mãe, que preparou o jantar, fica irritada porque o filho chegou em casa já de noite e, ainda por cima, pede que ela assine seus papéis de inscrição na equipe de corrida da escola. Ela manipula a pena que os outros têm dela para que o estudante fique sempre por perto. As lamentações sobre o destino difícil das mulheres e a falta de ajuda não adiantam nada; Norman foge com as garotas da mesma idade para uma festa, enquanto Norma é estuprada pelo ex-dono do motel — Kit Summers. A Mulher mata o estuprador e, junto com o filho, eles precisam se livrar do cadáver.