Neste filme, é possível notar paródias de filmes como “Os Seguranças” (2004), quando uma bola lançada por White acerta a cabeça de uma garota chamada Julia; “Duplex” (2003), em que uma velhinha tem a audácia de espiar os jovens; “O Senhor dos Anéis”, quando, em um plano, aparece Frodo vendendo o anel; “Tunando o Carro” (2004), em que a Julia tunada se tornou uma beldade irresistível; “Meu Grande Casamento Grego” (2002), “King Kong” (2005) e outros filmes igualmente famosos, que somam cerca de duas dezenas. Assim como as paródias subsequentes dos autores Aaron Zellcer e Jason Friedberg, este filme, “Cinema Date”, foi alvo de críticas negativas e recebeu um prêmio anti-cinema; é verdade que a atriz coadjuvante Carmen Electra não se saiu bem no papel, pelo que recebeu o “Framboesa de Ouro” na categoria “Pior Atriz Coadjuvante”. No entanto, foi bem recebido pelo público, como comprovam as “estatísticas secas”: o orçamento — tradicionalmente — totalizou US$ 20 milhões, e a arrecadação total ultrapassou US$ 84 milhões. A protagonista da paródia cinematográfica vivia com total convicção de que era romântica “até a medula”, por isso, por muito tempo, não conseguia encontrar a alma gêmea certa para si. E, finalmente, Júlia — como ela pensava — teve sorte, embora isso tenha acontecido depois que ela fez um “reajuste” em sua aparência. Foi então que a moça “saboreou” o romance em toda a sua plenitude e, junto com ele, como que de brinde, teve uma enorme série de aventuras ao finalmente conhecer o “príncipe no cavalo branco” chamado Grant. Julia teve que se esforçar bastante para que esse “príncipe” acabasse se casando com ela, já que a ex-namorada de Grant, com quem ele estava noivo, mas de quem havia se separado literalmente há poucos dias, se opunha veementemente ao casamento com ela. Bem, para saber como tudo isso aconteceu, basta assistir à paródia cinematográfica — “Encontro no Cinema”.