Os criadores começaram a pensar em adaptar o jogo de computador “Hitman” para as telas já no início de 2003 e, naquela época, já haviam iniciado negociações com grandes estúdios de Hollywood. No fim das contas, os direitos de produção foram concedidos à Twentieth Century Fox, e Skip Woods deveria escrever o roteiro junto com V. Diesel, que, além de ser o produtor executivo, havia sido escalado para o papel principal. No entanto, Diesel decidiu desistir do papel em 2006, e logo em seguida T. Oliphant foi confirmado para o papel. Em março de 2007, as filmagens começaram na capital da Bulgária, Sófia, e se estenderam por três meses. As filmagens também ocorreram em cidades como Londres, Istambul (capital da Turquia), São Petersburgo e até mesmo na África do Sul. A divulgação do filme aconteceu no mesmo dia da estreia do filme de ação “Die Hard 4.0”, no qual Timothy Olyphant interpretou o vilão. Apesar de, em termos de bilheteria, o filme “Hitman” ter se recuperado com folga — com um orçamento de US$ 24.000.000, a arrecadação total foi de US$ 99.965.792 —, os críticos de cinema, e logo em seguida o público, massacraram “sem piedade” a adaptação cinematográfica da série de videogames “Hitman”, principalmente porque o personagem principal não se parece em nada com o “Agente 47”, nem na aparência, nem no comportamento característico. Além disso, o enredo deixou a desejar, já que não condiz de forma alguma com o enredo do videogame. Bem, agora, algumas palavras sobre o enredo do filme “Hitman”, que não foi muito bem recebido. Então, o “Agente 47” deveria eliminar o presidente russo Belikov. Ele cumpriu a missão, mas o contratante não tem pressa em pagar ao “Agente 47”, pois precisava que o assassino eliminasse Nika Voronina, que acabou se tornando testemunha de algo. Mas esse trabalho, como se viu, foi encomendado apenas para eliminar o próprio “Agente 47”. Enquanto isso, descobriu-se que o presidente russo está vivo. Agora, o assassino precisa encontrar o mandante do assassinato e concluir o que começou, ou seja, matar o presidente afinal.