O local onde se passa o filme “Piranha 3D” é o Lago Victoria, situado no Arizona. O Lago Victoria se formou na cratera de um vulcão, há muito tempo, ainda na época em que os dinossauros vagavam pela Terra. De repente, os moradores do Arizona sentiram fortes oscilações na superfície terrestre, fortes tremores, e no fundo do lago mencionado surgiu uma fenda, da qual piranhas saíram à luz do dia como lava incontrolável. Seu surgimento foi marcado pelo cadáver devorado de um pescador local, que a xerife Forrester (Elizabeth Shue), junto com seu assistente, encontrou pela manhã. Enquanto isso, o terremoto subterrâneo despertou o interesse de sismólogos com experiência em mergulho. Sam (Ricardo Antonio Chavira) e Paula (Dina Meyer) decidiram explorar o lago e descobriram, em uma caverna subaquática, verdadeiros cardumes de piranhas. A arriscada incursão no covil das piranhas termina com um ataque violento dos peixes contra as pessoas. Julie Forrester e Novak (Adam Scott) conseguiram capturar um desses peixes sanguinários, e um ictiólogo local, após uma breve pesquisa, chegou à conclusão de que essa espécie de piranha surgiu ainda na pré-história. Percebendo o perigo que representava o aparecimento desses peixes em mar aberto, a xerife Forrester tentou dar o alarme e proibir o uso da praia e das águas próximas, mas, por coincidência, justamente naquele momento chegou à costa um grande grupo de estudantes de várias idades. Eles estavam aproveitando o ar fresco, o sol quente e o mar morno e não queriam, de jeito nenhum, sair da água. O ataque das piranhas era inevitável, e ainda por cima o ictiólogo informou que não se tratava de piranhas adultas, mas apenas de alevinos que em breve cresceriam — e dá para imaginar como seriam seus pais!