Os vikings são o povo mais cruel e destemido. Para eles, a guerra e o campo de batalha são o sentido da vida, o sentido da própria existência. Seus clãs valorizam a lealdade ao irmão e ao companheiro de armas, mas, por mais que sejam leais uns aos outros, odiam os forasteiros e não confiam neles. Quando as batalhas dos vikings estavam no auge, surgiu um forasteiro. Ele não estava vestido como os demais, possuía uma arma estranha e dizia ser caçador de uma criatura perigosa e sanguinária, que mata tudo o que vive, seja homem ou animal. O estrangeiro afirma que os vikings agora estão no território dessa criatura e que não há salvação para eles. Mas será que um povo orgulhoso e destemido pode acreditar nas histórias de um desconhecido? Será que um viking pode temer um mal desconhecido? Mesmo que essa criatura exista, eles próprios estão prontos para enfrentá-la com seu exército e suas armas, temperadas em inúmeras batalhas. Os vikings teimosamente não acreditam no caçador e zombam de suas histórias. Eles permanecem incrédulos até que essa criatura ataque seu povoado. Então, o povo destemido decide aceitar a ajuda do estrangeiro e enfrentar a fera sanguinária. Muito sangue será derramado e muitos guerreiros valentes perecerão antes que consigam derrotar o terrível monstro. Mas quando é que tais perspectivas assustariam os corajosos vikings, para quem a palavra “guerra” é a própria vida? Para esses guerreiros, não há nada mais assustador do que a rotina da vida cotidiana. Para eles, não há som mais doce do que o chamado para a batalha e o tilintar do metal no calor da luta. Eles estão prontos para seguir o estrangeiro para a batalha e estão confiantes de que sairão vitoriosos.