Déjà vu é uma sensação incomum; provavelmente já aconteceu com todo mundo: ao se deparar com alguma situação da vida, você é tomado por uma sensação assustadora de que já esteve exatamente nesse mesmo lugar, reconheceu exatamente essas mesmas pessoas e, talvez, até as conhecesse pessoalmente. É exatamente sobre esse estado psíquico que narra o filme presenteado aos espectadores por Tony Scott, intitulado “Déjà Vu”, de um diretor que há muito tempo já provou sua competência no mundo dos filmes de ação. Vale ressaltar que o filme recebeu enorme reconhecimento, tanto entre os críticos de cinema quanto entre os simples cinéfilos. O enredo do filme “Déjà Vu” gira em torno do agente da ATF, Doug Carlin. O protagonista é encarregado de investigar um atentado terrorista em Nova Orleans. A polícia, equipada com super sistemas de última geração, dispõe de incríveis sistemas de monitoramento que transmitem o futuro, e Doug tem acesso a eles. O agente ganha a oportunidade, no sentido literal, de viajar no tempo, investigando as circunstâncias da explosão. Sua principal missão é impedir um terrível atentado, que ceifará um grande número de vidas inocentes e que está prestes a acontecer no futuro. E então, certo dia, Dag conhece uma mulher encantadora e percebe que viu claramente a morte dela no futuro. Ao tentar salvá-la, o protagonista, sem perceber, acaba se apaixonando por essa mulher encantadora.