Em breve, veremos um projeto que já faz parte dos planos da Warner Bros. há bastante tempo. Trata-se de um filme essencialmente novo e de alta qualidade, com um título bastante incomum: “Shazam!” (2019). O filme “Shazam!” conta a história de uma criança, um menino bem comum — Billy Batson. Mas ele só parecerá assim à primeira vista, de forma superficial. No entanto, se olharmos com mais atenção, perceberemos que o adolescente possui uma habilidade incrível. O menino, caso surja algum perigo, tem a capacidade de, ao pronunciar apenas uma palavra mágica, se transformar em um super-herói forte, adulto e maduro, dotado das incríveis habilidades de seis personagens mitológicos. Será que ele saberá lidar com dignidade com esse presente tão incomum e de grande responsabilidade? Desde o nascimento, o destino já havia determinado que ele se tornasse o escolhido. Ele pode exercer uma influência significativa sobre o imenso universo e, além disso, tem o poder de defender o mundo em caso de perigo. Como estava previsto, assim aconteceu. A criança tornou-se um obstáculo intransponível no caminho dos inimigos do universo, depois de se transformar no lendário Capitão Marvel. No entanto, o nome dado ao pequeno herói não foi escolhido à toa. Ele foi formado a partir das iniciais dos nomes de deuses antigos e criaturas mitológicas, e, por isso, agora soa exatamente assim: Shazam. Ele foi escolhido como defensor do mundo contra os inimigos mais perversos da humanidade, cujos nomes são: inveja, preguiça, injustiça, ódio, egoísmo, orgulho e ganância — os sete pecados capitais, contra os quais o jovem Billy Batson lutará. O jovem herói lutará lado a lado com o Super-Homem contra o vilão Black Adam. Ele descobrirá por experiência própria quais provações os super-heróis enfrentam constantemente, diante de quais escolhas eles se veem e como chamar o que fazem — vingança ou justiça? Talvez para John Hex, o caçador de recompensas desfigurado, e para o Espectro — o fantasma vingativo —, sujar as mãos de sangue faça parte do trabalho; talvez eles até gostem disso, mas o Arqueiro Verde, o Super-Homem, a Canário-Negra sempre seguem um código de honra, e é justamente neles que Billy Batson deve se inspirar, pois eles sabem muito bem como é fácil e simples, no calor da batalha, cruzar aquela linha tênue entre justiça e vingança, especialmente quando os vilões não medem esforços e as vidas humanas, para eles, não passam de pó.