O filme de Michael Meyer, “Flicka”, conta a história da amizade entre uma garota de dezesseis anos chamada Katey e um cavalo selvagem. Tanto a garota quanto Flicka amavam a liberdade e valorizavam a amizade. O caráter independente de ambas as aproximou. Sim, externamente elas são diferentes, mas seu interior é semelhante até o menor detalhe. Orgulho, amor incontrolável pela vida livre, busca pela independência, totalmente autossuficientes e autônomas. Elas são capazes de perdoar tudo, exceto a traição traiçoeira, a ofensa grave e a dor intensa. Keitli se afeiçoou a Flique, cercou-a de carinho e atenção, e ela confiou na moça a tal ponto que permitiu que a levassem para casa. No entanto, os pais de Katey não compreenderam o impulso interior da filha, que foi salva da morte certa por essa égua. Eles estão convencidos de que uma égua selvagem não é a melhor amiga para a filha e pode causar danos. Tentam, com todas as forças, dissuadir Katey dessa amizade e se livrar de Fliqui. A menina, por outro lado, tentava provar a eles que aquele cavalo nunca faria mal a ninguém, especialmente a ela, afinal elas se entendiam tão bem e foi justamente Fliqui, apesar do perigo, que a salvou de um puma; caso contrário, eles nunca teriam visto a filha viva. Será que a garota conseguirá provar que Flicka é a amiga mais fiel, leal, bondosa e abnegada que ela já teve na vida? Será que ela conseguirá convencer seus pais medrosos a deixá-la ficar com seu único amigo? Você encontrará respostas para essas e outras perguntas assistindo ao filme “Flicka”, sobre a amizade surpreendente e leal entre uma garota e um cavalo selvagem.