A segunda parte acabou sendo, na opinião dos críticos de cinema e do público, muito mais fraca e desamparada do que a primeira, e alguns chegaram a compará-la a “um carrinho de bebê enfrentando um tanque poderoso e em condições de combate”, sem nenhuma chance de sobrevivência. Mas, em grande parte, as críticas se concentraram no enredo; na opinião dos críticos de cinema — “ele simplesmente não existe, embora mereça algum respeito a manutenção da atmosfera assustadora, mas sem um enredo coeso isso já não tem mais nenhum significado” Na segunda parte de “A Maldição”, são descritas várias histórias envolvendo três pessoas, e no epicentro dos acontecimentos está a mesma casa da família Saeki, onde a maldição surgiu. Isso aconteceu quando o ciúme prevaleceu sobre a razão do chefe da família, Takeo Saeki, e ele, antes de tirar a própria vida, matou sua esposa Kayako, seu filho e seu gato querido. No primeiro filme da trilogia, Karen Davis, que sobreviveu ao incêndio ocorrido na casa amaldiçoada, foi internada em uma clínica japonesa. A mãe da jovem, preocupada com o ocorrido, pediu à filha mais nova, chamada Aubrey, que fosse a Tóquio para trazer Karen de volta para casa. Como se viu, Karen está sendo mantida à força na clínica, pois acreditam que a jovem está um pouco fora de si. Ela pode causar danos não apenas a si mesma, mas também às pessoas ao seu redor. E Karen simplesmente precisa se esconder da maldição que a persegue — de Kayako. Aubrey, que testemunhou a terrível tragédia, a princípio não acreditou no que lhe contaram sobre a maldição. Mas depois que ela, junto com Ison, um jornalista, leu as anotações de Kayako, teve não apenas que acreditar na maldição, mas também sentir seu fôlego na própria pele. As próximas vítimas foram três garotas: Miyuki, Vanessa e Allison; e, seis meses depois, a maldição chegou a Chicago, onde se abateu sobre várias famílias que moravam na mesma casa.