Filme de ação e fantasia de 2011, dirigido por Sean Levy, que, segundo a história da produção, foi inspirado no conto “Aço”, de Richard Matheson. Hugh Jackman foi escolhido para o papel principal, o que confirma o profissionalismo do diretor e sua abordagem rigorosa em relação aos seus filmes. A estreia do filme ocorreu em 6 de setembro de 2011, em Paris. Na Federação Russa e nos EUA, o filme estreou em 7 de outubro do mesmo ano. O filme também possui restrições de idade: não pode ser assistido por menores de 14 anos na Rússia e por menores de 13 anos nos Estados Unidos. A ação do filme “Aço Vivo” se passa em um futuro que já não é mais tão distante. O diretor nos apresenta o ano de 2020. Em 2020, ao que parece, as lutas de boxe entre humanos sairão de moda devido à falta de violência; nesse ano, essas lutas serão substituídas por combates entre robôs-gladiadores de 3 metros de altura e uma tonelada de peso, controlados por humanos. O protagonista do filme é Charlie Kenton (Hugh Jackman), um ex-boxeador que ficou sem teto. Ele mora com a filha de seu treinador, que já não está mais entre os vivos. Nosso protagonista gosta muito de dinheiro, o que o leva a participar das lutas dos gladiadores de ferro. Infelizmente, ele sofre derrota após derrota, o que o arrasta cada vez mais para dívidas, naturalmente, financeiras. No meio de tudo isso, Charlie fica sabendo da morte de sua ex-esposa, o que deixa seu filho em comum, Max Kenton (Dakota Goyo), órfão. O pai entrega o menino aos cuidados de parentes mais abastados, a quem a esposa “deixou” o filho para ser criado, na esperança de restabelecer o vínculo paterno com ele e receber um pouco de dinheiro. Charlie volta a participar das lutas e, com o dinheiro ganho, compra um novo robô. Com o novo robô, ele sofre mais uma derrota e, na esperança de encontrar peças de reposição para o robô, parte com o filho para um aterro sanitário. No aterro, o filho de Charlie cai em um precipício, sobrevive, mas encontra um “pequeno” robô de segunda geração, com defeito, mas que ainda funciona. O robô, chamado “Atom”, não foi projetado para lutas, mas, graças à sua função de “sombra”, que permite que ele copie todos os movimentos de um humano, ele consegue se defender dos golpes. Charlie decide usá-lo em lutas ilegais, na esperança de ganhar um dinheiro extra. Após as vitórias, a máquina ganha o respeito de seu dono. O robô conquista uma vitória após a outra, o que acaba permitindo sua participação no torneio de robôs “Aço Vivo”. E pai e filho ficam cada vez mais próximos a cada dia que passa.