Já se passaram três anos desde que ocorreu o Apocalipse, quando as forças armadas não conseguiram conter o vírus mortal conhecido como “T-Vírus” no território da cidade chamada Raccoon City. O “T-Vírus” se espalhou rapidamente pela parte norte da América e, depois disso, chegou a outros países e outros continentes, dizimando pessoas normais e transformando-as em zumbis sanguinários. Como se viu, não foi apenas a humanidade que foi afetada por essa doença mortal, mas também o mundo animal e o vegetal. Por isso, em pouco tempo, todo o planeta passou a se parecer com um deserto morto, habitado apenas por zumbis que vagavam em busca de comida. No entanto, apesar de quase não restarem pessoas no planeta, a corporação “Umbrella” ainda continua em atividade, já que seus funcionários se esconderam antecipadamente em abrigos subterrâneos construídos especialmente para esse fim. Eles continuam trabalhando na criação de um antivírus e realizando experimentos com o “T-Vírus” já existente. Como “cobaias”, eles dispõem de inúmeras cópias da própria Alice. Essas criaturas clonadas são exatamente iguais à Alice, possuindo as mesmas habilidades e capacidades. Repetidamente, essas “cópias” são submetidas a pesquisas, mas, em muitos aspectos, ficam aquém da “original” e morrem. Já a própria “original” viaja pelos Estados Unidos, pois apenas o movimento significa vida. Há zumbis por toda parte e não há como se esconder deles em lugar algum. Durante sua viagem solitária, Alice — que, a essa altura, vem desenvolvendo gradualmente habilidades sobre-humanas — se deparou com um grupo bastante grande de sobreviventes que, assim como ela, viajam sem parar em busca de alimentos e também de combustível para os carros. Alice mostrou aos líderes desse grupo alguns registros que indicavam que o “Vírus T” ainda não havia chegado às terras do norte, ou seja, ao Alasca, e isso significava que era preciso seguir exatamente para lá...