O filme do diretor Richard LaGravenese — “P.S. Eu Te Amo”, lançado em 2007 — é baseado no romance homônimo da escritora estreante Cecilia Ahern, indicado ao prêmio literário internacional IMPAC. Um drama americano sobre duas pessoas que se amam infinitamente. Esse casal, que parece ter sido feito um para o outro, é um todo composto por duas metades; eles se dão muito bem, são loucamente felizes e gostariam de continuar vivendo assim até o fim, se não fosse pela tragédia que deixou a viúva inconsolável sozinha. No entanto, mesmo após a morte de seu amado marido, ela recebe mensagens dele, preparadas com antecedência para que ela pudesse superar a pesada perda da maneira mais suave possível. Cada uma dessas 10 mensagens contém a frase final “Eu te amo”. Neste comovente melodrama, os papéis principais foram interpretados por Hilary Swank e Gerard Butler. Holly, após a morte de seu amado Jerry, caiu em uma profunda depressão: ela não saía de casa, passava o tempo assistindo a filmes antigos, relembrando o marido, ouvia a secretária eletrônica com a voz dele gravada, não ia trabalhar e deixou o apartamento em desordem, limitando-se a cantar sentada diante da TV. No dia em que completou trinta anos, seus parentes vieram parabenizá-la e ficaram consternados com o estado físico e emocional da jovem. Fizeram o possível para colocar em ordem tanto Holly quanto seu apartamento, que ela, em plena depressão, havia deixado completamente abandonado. Nesse mesmo dia, Holly recebeu a primeira mensagem do marido, gravada no gravador, na qual ele a incentiva a não ficar triste e a sair para se divertir — afinal, era seu aniversário. Assim, passando gradualmente de uma mensagem para outra, Holly dá passos rumo a uma nova vida, na qual, é claro, seu amado já não estará mais, mas ela conseguirá superar essa barreira e se adaptar, redescobrindo o mundo ao seu redor.