No ano de 2005, o diretor americano Robert Schwentke realizou o longa-metragem dramático “A Ilusão do Voo”, que conta a história de uma mulher, Kyle Pright, que vive de forma muito trágica a morte do marido. A mulher trabalhava como engenheira aeronáutica e, por isso, conhece muito bem a estrutura daquele avião no qual ela, junto com sua filha de seis anos, está voando para visitar os pais e ainda transporta, como carga, o caixão com o corpo do marido. Kyle ama muito a filha e vive com medo de que algo aconteça com ela a cada minuto. Afinal, Julia está um pouco abalada após a morte do pai. Mas nada indica que algo de ruim vá acontecer; por isso, assim que o avião decola, Kyle adormece junto com a filha e, ao acordar, descobre de repente que a menina desapareceu. A princípio, a mulher tenta encontrar a menina por conta própria, mas isso não dá em nada. Por isso, logo em seguida, ela pede ajuda ao comandante da aeronave, que dá o alarme, proíbe os passageiros de se levantarem de seus assentos por algum tempo e, junto com os membros da tripulação, revistam todo o avião. Mas eles não conseguiram encontrar a menina; em vez disso, logo se descobre que, quando o marido, Kyle, caiu do telhado, ele arrastou a menina junto com ele, e por isso ela também está morta. Mas a mulher não acredita nisso. Ao lado da mulher está o tempo todo o segurança do avião, que, como se descobre mais tarde, organizou esse sequestro de forma que nenhum dos passageiros sequer visse a menina. Além disso, ele a escondeu no compartimento de eletrônicos e, ele próprio, transportou um dispositivo explosivo dentro do caixão. Em nome de Kyle, ele apresenta exigências relacionadas ao navio e ao dinheiro, que são atendidas imediatamente. Mas a mulher percebeu tudo e chegou a concluir que a morte do marido não foi acidental, mas sim obra desse mesmo segurança. Kyle consegue salvar a filha e surpreende a todos ao redor, já que todos haviam acreditado que Julia realmente havia morrido.