Caroline Ellis, uma enfermeira de 25 anos que trabalha em um hospício, está desiludida com seu trabalho. Devido à indiferença da equipe médica em relação aos pacientes, ela decide procurar outro lugar onde seja necessária e possa prestar cuidados qualificados. Ao comprar um jornal de classificados, ela se depara com uma oferta para trabalhar como cuidadora em uma das antigas mansões da Louisiana. Quem precisa de cuidados é um senhor idoso chamado Ben, que ficou paralisado há pouco tempo. Sua esposa, Violet, é uma mulher reservada, solitária e não muito receptiva. Ela recebe Caroline sem muito entusiasmo e diz que a jovem não vai entender sua casa tão especial. Depois de refletir sobre tudo, a enfermeira decide que, por mais negativa que seja a dona da casa, sua ajuda ainda é necessária. A senhora idosa entrega à jovem uma chave capaz de abrir qualquer uma das inúmeras portas da casa, mas ela acaba encontrando uma para a qual a chave não serve, o que a deixa muito intrigada. A ausência de espelhos pela casa, Ben, que, apesar de paralisado, é capaz de tentar se matar, sons estranhos e sombras… É evidente que algo sinistro está acontecendo na casa, e não é à toa que tantas cuidadoras, antes de Ellis, já a abandonaram. A garota, ameaçando ir embora, acaba descobrindo a verdade com Violet: antigamente, servos negros do antigo e cruel dono da casa foram executados ali. O casal foi flagrado praticando um ritual de magia negra — o chamado “Hudu” —, cujos fundamentos os servos tentavam ensinar aos filhos dos patrões, pelo que foram imediatamente enforcados. Foi exatamente depois disso que a casa se tornou refúgio de fantasmas, que podem ser facilmente vistos ao olhar no espelho; e atrás da porta trancada fica justamente o quarto onde o casal de feiticeiros morava e onde realizavam todos os seus rituais mágicos. Caroline apenas ri disso...