O protagonista da comédia policial “Beijo de Morte” tem a sagacidade de planejar assaltos a joalherias antes do dia 8 de março, mas, na época do Natal, ele e seu parceiro Will sempre acabam indo às lojas de brinquedos. E, mais uma vez, Harry Lockhart não foge à sua tradição favorita e escolhe um brinquedo adequado para o sobrinho no Natal, em um local que já está fechado para visitantes há muito tempo. Um pequeno deslize faz com que o alarme dispare, obrigando os ladrões a fugirem. Uma mulher atenta, que mora nas proximidades, aponta uma pistola carregada na direção dos assaltantes e chega até a acertar o ombro de Will, mas Lockhart consegue fugir com sucesso. Nesse momento, a sorte não apenas sorri para Harry, mas também abre seus braços generosos para o homem, pois, ao tentar encontrar um refúgio seguro, ele acaba indo parar em um casting de cinema, cujos produtores ficam impressionados com o talento do desconhecido. Lochart entra em pânico, pois o roteiro que ele deve interpretar fala de um parceiro que morreu por causa de sua própria burrice. Exatamente como em sua própria situação de vida. O sortudo é enviado para Los Angeles, sendo confundido com um ator da velha guarda. Querem confiar a Harry o papel de detetive em um dos filmes de ação de Hollywood, assim como à atriz iniciante Harmony Faith, que acidentalmente matou um ator popular que apareceu na casa dela para tomar uma cerveja de graça. Quem os ajuda é Perry, que é ao mesmo tempo detetive, consultor de Hollywood e homossexual. O problema é que uma pilha de cadáveres de verdade começa a aparecer ao redor dos dois...