“O mesmo planeta. Um mundo diferente”. Além disso, os criadores se empenharam e apresentaram o filme no formato 4DX, a fim de mostrar os efeitos de movimento “4D” em uma sala de cinema especialmente projetada para isso em Seul. Para isso, tudo foi preparado nas salas — assentos inclinados para transmitir movimento, vento, respingos de água e rajadas de ar, luzes intermitentes para imitar raios, neblina, aromas e outros efeitos especiais teatrais. O filme recebeu críticas bastante mistas dos críticos de cinema, mas, apesar de algumas observações negativas claramente perceptíveis nas resenhas, o filme, com um orçamento de US$ 60 milhões, arrecadou US$ 242 milhões nas bilheterias. Assim, a história começa quando Max Anderson, perseguido por um Gigantossauro, ao tentar pular por cima de uma fenda que se abriu no chão, caiu em um duto de ventilação. Dez anos depois, o filho de Max, de 13 anos, Sean Anderson (interpretado por D. Hutcherson, de 16 anos), visita seu tio, o vulcanólogo Trevor Anderson, que já era motivo de piada por causa de suas pesquisas científicas, cálculos e declarações. Em uma caixa com os pertences do pai, eles descobriram o livro “Viagem ao Centro da Terra”, de J. Verne, e nele encontraram anotações escritas por Max. Enquanto isso, no laboratório vulcanológico de Trevor, um aparelho começou a indicar uma atividade frenética no Snæfellsjökull, um vulcão adormecido na Islândia, e Trevor e Sean partiram para lá a fim de investigar essa atividade. Ao tentarem entrar em contato com o vulcanólogo islandês Sigurbjörn Ásgeirsson, eles conheceram Hanna, sua filha, e descobriram que o pai dela havia falecido há alguns anos. Além disso, descobriram que Max e o professor Asgeirsson eram ambos “vernianos”, membros de um grupo de pessoas que consideram as obras de J. Verne fatos, e não ficção...