Muitos cientistas se interessavam pela lenda da misteriosa flor, a Orquídea Negra. As lendas diziam que essa flor era capaz de devolver a juventude e prolongar a vida. E qual cientista recusaria a chance de criar o elixir da vida eterna? Segundo algumas fontes, as lendas eram confirmadas pelo fato de que as pessoas que viviam na selva e tinham acesso a essa flor viviam muito tempo e não envelheciam. Inspirados por esses dados e pela possibilidade de colher a flor, os cientistas organizaram uma expedição científica que partiu para a ilha de Bornéu. Mas eis o problema: não eram apenas os habitantes da selva que podiam viver por muito tempo sob o efeito dessa flor de nome maravilhoso. Para as anacondas, ela também se tornou um elixir maravilhoso, não apenas para uma vida longa, mas também para reações rápidas, velocidade extraordinária, maior astúcia e inteligência; e, o mais importante, essa flor ajudou essas criaturas serpentinas a atingirem tamanhos gigantescos. E se o predador é grande, isso significa que seus apetites também são correspondentes. E os pobres cientistas, que partem para a expedição ansiosos por uma descoberta sem precedentes, nem suspeitam do que realmente os espera. Eles nem imaginam que a prioridade para eles será a questão da sobrevivência e da salvação, e não a obtenção da malfadada Orquídea Negra. Eles terão que enfrentar cobras gigantes, sanguinárias e famintas, que estarão dispostas a tudo apenas para atrair sua presa para a armadilha e devorá-la. Os sobreviventes vão se lembrar dessa expedição para o resto da vida, mas, para se lembrar, é preciso sobreviver, não é mesmo?