Danny se acostumou a viver como um animal. O protagonista do drama de ação “Danny, o Cão Acorrentado” caiu nas mãos cruéis de um gângster desde muito jovem. O chefão do crime transformou o menino não apenas em seu escravo, mas em uma fera leal e extremamente perigosa, pronta para despedaçar os inimigos de seu dono, bastando que ele sussurrasse: “Pegue-os” e abrisse o fecho da coleira. Inúmeras pessoas foram espancadas até quase a morte por essa criatura que não compreende sua própria natureza humana. Seu dono, Bart, dispensou a habitual comitiva de seguranças, sabendo que sua principal arma e amuleto estão sempre ao seu lado, prontos para entrar em uma luta mortal em prol do bem-estar do gângster. Intimidar, cobrar dívidas, simplesmente se divertir observando a essência bestial do assassino que ele mesmo criou — esses são os passatempos favoritos do bandido. Danny só vive nos momentos de luta, quando libera toda a agressividade e raiva acumuladas em seu interior; nos demais momentos, esse ser meio humano, meio animal fica confinado em uma jaula. Certa vez, a sorte sorri para Danny: ele acaba em liberdade e vai parar na casa de um músico cego e sua filha adotiva. Essas pessoas bondosas explicam ao jovem confuso o que é uma vida humana de verdade, o que são carinho e amor. Enquanto isso, o antigo dono se esforça ao máximo para encontrar seu “cachorro” fugitivo...