A quarta parte de Harry Potter é uma das mais trágicas. Nela ocorre a primeira morte de um dos personagens principais e o primeiro encontro cara a cara com Voldemort — “Aquele cujo nome não deve ser mencionado”. No verão, durante as férias, antes do início do ano letivo, Harry, Rony, Hermione e a família Weasley vão assistir a uma partida de quadribol… Tudo corre bem: é divertido, interessante, engraçado… Mas, em determinado momento, surge no céu a chamada “marca negra” — símbolo daqueles que estavam ao lado daquele “que não deve ser nomeado”, daqueles que lhe serviram com lealdade e dedicação e daqueles que usavam magia negra para seus próprios fins. Harry entra em pânico, pois sua cicatriz arde intensamente e dói muito. Após as férias na escola de magia “Hogwarts”, acontece um torneio — a chamada “Copa de Fogo”. Todos os alunos, tanto de Hogwarts quanto de outras duas escolas, vindas de diferentes partes do mundo, disputarão o título de campeão da “Copa de Fogo”. No total, devem ser escolhidos quatro candidatos — um de cada escola. Os alunos que atingiram a maioridade podem lançar um papinho com seu nome no cálice. E o cálice escolhe os melhores — aqueles que estão realmente prontos para enfrentar essa prova… De forma misteriosa, o nome de Potter aparece no cálice! Como ele foi parar lá? Quem o colocou lá? Afinal, Harry é menor de idade e nem sequer tinha a menor intenção de se tornar campeão da Taça de Fogo. No entanto, Harry é obrigado a participar, passando por provações terríveis que ameaçam fazer com que ele perca muito. Mas ele não desiste. E o novo professor de Hogwarts — o Temível Olho Grum — o ajuda de todas as formas possíveis. É claro que Hermione e Rony também estão totalmente do lado de Harry e acreditam que ele não jogou seu nome na taça.