Vin Diesel, que participou do primeiro filme, concordou em atuar também no segundo, mas não gostou do roteiro, por isso Diesel recusou, e R. Cohen estava muito ocupado trabalhando no filme de ação militar de ficção científica “Stealth” e, por isso, passou a direção para L. Tamahori. Para o filme “Três X 2: Um Novo Nível”, foram preparados dois roteiros radicalmente diferentes um do outro. No fim das contas, foi escolhido o roteiro escrito por Simon Kinberg. Ao contrário do seu antecessor, o segundo filme foi um fracasso de bilheteria. Com um orçamento bastante significativo de US$ 87 milhões, a arrecadação total mal ultrapassou US$ 71 milhões. Já os críticos se divertiram à grande, criticando absolutamente tudo — desde a atuação dos atores até a ilogicidade da história e o uso excessivo de efeitos visuais baseados em CGI. O consenso da crítica é que o segundo filme acabou sendo um projeto ainda mais absurdo e improvável, no qual se gastou dinheiro à toa. Ora, o enredo desse filme — que, segundo dizem, é ilógico e absurdo — é o seguinte. Então, tudo começou na Virgínia, na sede da Agência de Segurança Nacional dos EUA, onde foram encontrados dezesseis cadáveres. Dois agentes sobreviveram e decidiram chamar para a operação um ex-colega de um deles — Darius Stone, que naquele momento estava na prisão por se recusar a cumprir uma ordem do comandante. Homem honesto e de princípios, Darius se recusou a atirar em pessoas desarmadas e, por isso, foi levado a tribunal militar. Stone foi resgatado da prisão e informado de que, a partir de então, ele seria um “agente 3X”. Juntos, eles deveriam descobrir quem atacou a sede usando explosivos. Como se descobriu posteriormente, essa operação mortal foi patrocinada por pessoas de alto escalão da Casa Branca, com o objetivo de dar um golpe de Estado e assumir o poder. Portanto, o futuro dos Estados Unidos da América — e de todo o resto do mundo — depende dos agentes do 3X.