Roy não pode se orgulhar de levar uma vida virtuosa, de amar os vizinhos ou de respeitar a lei. Ele é um ladrão e um vigarista, e essa atividade lhe rende muito dinheiro, autoconfiança e… distúrbios mentais. Roy sofre constantemente com várias fobias, o que o torna desajeitado e ridículo. Ele tem medo de sujeira, de portas abertas e de muitas outras coisas, o que faz com que todos os conhecidos e amigos do rapaz zombem dele. Seu parceiro e amigo leal, Frank, certa vez aconselhou o rapaz a se inscrever em cursos especiais de reabilitação, que mudaram a vida de Roy para sempre. Lá, ele descobre que tem uma filha quase adulta, Angela, e que ela precisa muito do pai. No início, essa notícia abala o ritmo tranquilo e totalmente controlado da vida do rapaz, mas depois ele começa a sentir pela garota verdadeiros e calorosos sentimentos paternos. Roy chegou até a pensar em iniciar a garota em todas as delícias da fraude comercial, para que ela também não se privasse de nada. E é preciso dizer que seu plano deu certo. Angela, de forma maravilhosa, herdou do pai a habilidade de mentir, fingir e ser hipócrita. Por isso, a jovem golpista é aceita “na turma”, sendo nomeada assistente nos golpes por telefone. E, embora os negócios estejam indo bem, isso não deixa Roy feliz. Ele voltou a sofrer de um transtorno mental, que ameaça colocar em risco toda a operação criminosa e a liberdade dos três participantes. Agora, o desfecho favorável do caso depende apenas do quanto Roy ama sua filha e daquele amigo que, mais do que tudo no mundo, se preocupa exclusivamente com ele. Mas o talentoso aventureiro sempre consegue dar um jeito na situação, e Roy vai provar isso com sua própria perspicácia. Ele já sabe como salvar a si mesmo e às pessoas que ama, além de enganar os inimigos que, literalmente, estão pisando nos calcanhares do trio genial de vigaristas.