Peter Weir é um diretor de cinema australiano bastante conhecido, criador do filme “O Show de Truman” (1980, com Jim Carrey no papel principal), “O Caminho de Volta” (2010) e outros. Ele se inspirou na ideia de recriar as batalhas navais da época napoleônica. O filme “O Senhor dos Mares: No Fim do Mundo” foi indicado a… nada menos que 29 prêmios nos maiores e mais populares festivais de cinema. O filme foi adaptado de várias obras de P. O’Brian e foi rodado nas mais misteriosas e belas Ilhas Galápagos. Este é o primeiro filme da história do cinema a ser rodado nesses locais protegidos. A história se passa no ano de 1805. Jack Aubrey (Russell Crowe) é o capitão do navio “Surprise” e tem o apelido de “Sorte Grande”. Ele navega com sua tripulação sob a bandeira do governo britânico. Algum tempo depois, ele recebe uma missão importante e secreta: localizar e neutralizar um navio sob jurisdição francesa chamado “Acheron”. O início do filme “O Senhor dos Mares: No Fim do Mundo” é marcado por um ataque dos franceses ao navio de Jack, o “Sorte”. O navio sofreu danos muito graves, quase toda a tripulação morreu, mas Jack, querendo fazer jus ao seu apelido e sem intenção de desistir tão facilmente, decidiu levar a cabo a missão que lhe foi confiada. Ele sabe que os franceses consideram o “Acheron” a fragata mais invulnerável que existia naquela época. Jack, agora simplesmente obcecado pela ideia de encontrar o “Acheron”, já não pretendia mais capturá-lo, mas sim destruí-lo. Na região das Ilhas Galápagos, ele quase alcançou seu arqui-inimigo, mas as circunstâncias se configuraram de tal forma que ele foi obrigado a interromper a perseguição. Será que Jack, o “Sortudo”, a bordo de sua fragata “Vnezapny”, com seus marinheiros leais e corajosos, conseguirá voltar a seguir o rastro do navio francês?