Este filme, cujo título remete os espectadores ao ano de 1964 — quando ocorreu a estreia do filme vencedor do Oscar “Goldfinger”, que conta a história do famoso James Bond, também foi um sucesso financeiro, embora tenha ficado um pouco atrás do filme anterior sobre Austin Powers e seu eterno antagonista, o Dr. Evil. Já o ator Mike Myers, que interpretou o vilão desta vez, não recebeu o prêmio na categoria “Melhor Vilão”, mas acrescentou à sua coleção de prêmios mais um na categoria “Melhor Atuação em Comédia”. Desta vez, Powers terá que salvar seu próprio pai. E esse pai não é uma pessoa qualquer no mundo da espionagem. Trata-se de Nigel Powers, cujos passos Austin seguiu; ele foi, em sua época, um espião muito famoso e praticamente imbatível. E foi assim que, em 1975, Nigel cometeu um pequeno deslize e caiu na “armadilha” montada por um vilão não menos famoso da Holanda, chamado Goldmember. Já Austin Powers, no século XXI, era tão ingênuo que acreditou no Dr. Zlo, que prometeu todo o apoio necessário na operação para resgatar Nigel Powers com a ajuda de uma “máquina do tempo”. No entanto, Powers acabou no passado e só então descobriu que o Dr. Zlo estava em conluio com Goldmember. E não é só isso: talvez tenha sido justamente ele o responsável pelo sequestro do pai de Austin. Agora, Austin Powers precisa reunir todas as suas forças e desvendar os planos dos vilões que decidiram, de forma tão astuta, armadilhar ele. É claro que Austin Powers não estará sozinho para salvar seu pai, o famoso espião, e também o mundo inteiro, que está em perigo por causa das artimanhas dos dois vilões que se aliaram. Ao lado dele, apoiando-o e inspirando-o, estará, lado a lado, a encantadora beldade, uma amiga de longa data e muito próxima chamada Foxy Cleópatra, que, aliás, demonstrou sua coragem e perspicácia ao salvar seu amado de uma morte certa dentro de um submarino. Bem, para saber como termina essa história vertiginosa e emocionante de comédia e espionagem, basta assistir ao filme — “Austin Powers: O Membro de Ouro”.