Já se passaram dois anos desde os acontecimentos da segunda parte da franquia. O falante e sempre alegre James Carter trabalha como guarda de trânsito, regulando o tráfego extremamente intenso na cidade chamada Los Angeles. Seu fiel amigo e companheiro de aventuras, Lee, cumpre serviço na segurança. Ele garante a segurança do embaixador Han, que na primeira parte ocupava o cargo de cônsul. Entre os amigos, depois do que aconteceu em Nova York, surgiu uma “desavença”, e o culpado por isso — na opinião de Li — é James, que ousou não apenas apontar uma arma para Isabella Moline, mas também atirar nela, e ela, por sua vez, acabou deixando Lee. Mas a rixa entre os amigos chegou ao fim quando ocorreu a tragédia. Hana foi baleada no momento em que ele pretendia revelar a identidade dos líderes da famosa Tríade. Li, é claro, conseguiu interceptar o assassino, mas, ao descobrir quem era, começou a se debater em dúvidas. E enquanto Li ficava indeciso, passando o peso de um pé para o outro, e Carter ainda aparecia, como sempre, na hora errada, o assassino fugiu. No entanto, os amigos (que agora voltaram a ser amigos) decidiram desvendar juntos esse caso, cujas pistas levam à França, mais precisamente a Paris. Foi justamente ali, como descobriram, que a Tríade atuava por meio do “Clube dos Cavalheiros”, organizado por eles. Os acontecimentos seguintes se desenrolaram de tal forma que os amigos tiveram que se separar novamente e seguir caminhos diferentes em direção ao objetivo. E o alvo, em determinado momento, acabou sendo uma garota chamada Geneviève, que sabe demais sobre a Tríade e, por isso, tem a vida em perigo. Além de conhecer o nome de todos os líderes dessa organização, ela ainda está na posse de uma lista de nomes que representa um grande risco para eles...