O diretor Sam Mendes decidiu contar, em seu longa-metragem “O Caminho Amaldiçoado”, a história dos anos 30, que trouxeram à América as disputas entre gângsters. Toda essa história é contada na perspectiva do protagonista — Mike Sullivan, um menino de 12 anos que vive em uma família unida e em uma boa casa. Mas seu pai, de quem ele recebeu o nome, está sempre saindo para algum lugar e sempre carrega uma arma consigo. Isso não pode deixar de despertar a curiosidade de uma criança dessa idade. Por isso, certa vez, ele decide descobrir por conta própria toda a verdade sobre o trabalho misterioso do pai, sobre o qual não se costuma falar em casa. Para isso, ele se esconde no banco traseiro do carro e só sai de lá quando as pessoas saem do veículo. Por uma pequena janela do porão, ele vê seu pai e outro conhecido atirando e matando pessoas, e o menino fica apavorado. Os homens o descobrem rapidamente e parece que o pai fica angustiado pelo fato de o filho ter tido que ver e passar por isso. Mas o homem ainda não sabe o que o espera adiante. Certa vez, seu amigo lhe dá um pequeno envelope que ele deve entregar. Mas ele não sabe que lá está escrito que ele deve ser morto. Enquanto isso, Mike, por acaso, fica retido na escola e, quando já está chegando em casa, ouve tiros vindo de dentro da própria casa. Depois de esperar um pouco, ele entra em casa e descobre os corpos de sua mãe e de seu irmão mais novo. Em seguida, eles viajam junto com o pai por seis semanas: a princípio, se escondendo daquelas pessoas que queriam matar pai e filho. Mas isso não os impede de planejar sua própria vingança. Assim, primeiro eles recolhem, em todos os bancos do país, o dinheiro que pertence a esse grupo, e depois exterminam todos eles. E só sobrevive o fotógrafo, que adora tirar fotos de pessoas mortas. Quando o pai e o filho chegam à casa da tia, o fotógrafo já os estava esperando lá e mata o pai. Já o menino vai para a casa dos fazendeiros que, no passado, deram abrigo a ele e ao pai, e passa a viver lá, ajudando essas pessoas.