Desta vez, James Bond e seus dois colegas terão que conduzir uma operação especial na Coreia do Norte. O objetivo deles é matar o coronel Tan-Sun-Mun, mais um instigador de guerra que negocia armas secretamente em troca de diamantes. No entanto, nem tudo corre bem — embora o coronel pareça ter morrido, o próprio Bond é capturado e enfrenta prisão e torturas. Somente após 14 meses ele será trocado pelo superagente norte-coreano Cao, gravemente ferido durante aquela operação e capturado, como sabotador, na Coreia do Sul. Por causa do fracasso, Bond é afastado do trabalho, e seu caso está sendo investigado… mas, como já aconteceu várias vezes antes, o 007, acostumado à independência, tem suas próprias opiniões sobre qualquer questão. Por isso, deixando que os investigadores descubram para onde ele foi, Bond desaparece e aparece em Cuba, onde seu adversário, Cao, está se recuperando dos ferimentos de combate. Não será possível conversar com ele como se deve, mas ele descobrirá que os colegas americanos — às vezes amigos muito estranhos — e os diamantes simplesmente salpicam, de vez em quando, seu caminho nada fácil; já o milionário e “rei dos diamantes” Gustavo Graves, que gasta generosamente dinheiro no estudo de tecnologias espaciais para o aproveitamento da energia solar — na verdade, não quer beneficiar toda a humanidade, mas apenas um único país do mundo. E esse país é tão parecido com a Islândia, onde ele se estabeleceu, quanto ele próprio é parecido com quem era antes de conhecer os cirurgiões plásticos...