Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo americano se esforçava ao máximo para superar o Japão e assumir a liderança no número de batalhas vencidas. Às vezes, eles conseguiam, mas, desde que os japoneses aprenderam a decifrar os radiogramas secretos enviados pelos Estados Unidos, começou uma época de derrotas e reveses contínuos. Um conselho de especialistas em tática militar, convocado às pressas, decide substituir o código de decifração, utilizando para isso a língua nativa dos índios navajos. Essa inovação lhes parece uma verdadeira salvação nessa situação complicada, mas agora é preciso encontrar alguém capaz de proteger o portador dessa língua ancestral. A análise dos candidatos ao cargo de guarda-costas 24 horas por dia não demora muito, e a preferência recai sobre o ex-veterano de guerra e experiente fuzileiro naval Joe Enders. Esse rapaz já tem em seu currículo inúmeras condecorações por coragem e determinação, e é por isso que o convidam para se tornar amigo de Ben Yahzi. No início, a relação entre os dois se assemelha mais a uma relação profissional, já que Joe detesta quando alguém invade seu espaço pessoal, ainda mais quando o bombardeia com perguntas. Mas o perigo constante, o calor das estradas de guerra e as aventuras arriscadas os aproximam, transformando-os em amigos fiéis e leais. E embora Joe defenda Ben com dedicação contra tudo ao seu redor, uma armadilha orquestrada o tira do eixo. O índio é sequestrado pelos inimigos com o objetivo de arrancar do garoto o código secreto e, mais uma vez, decifrar os radiogramas americanos. E agora Joe se depara com uma escolha difícil. Se ele não conseguir salvar Ben antes que este revele informações valiosas sob a mira de uma arma, precisará matar o índio sem remorso. Antes, o fuzileiro naval não hesitava nem por um segundo ao cumprir ordens superiores, mas agora Enders está em dúvida, pois não consegue levantar a mão contra seu amigo.