Arnold Schwarzenegger recebeu, por sua participação no filme “O Sexto Dia”, um cachê de 25 milhões de dólares — uma quantia nada desprezível, considerando que a arrecadação total foi de $96 085 477, e isso com um orçamento de US$ 104.300.000. Portanto, a história se passa no futuro e, graças à imaginação dos criadores, nesse futuro não só é permitido clonar animais de estimação, como isso já é feito em grande escala. É verdade que, por enquanto, não é recomendado clonar pessoas. Mas as tecnologias são tais que as pessoas aproveitam suas possibilidades ao máximo. Elas organizam encontros íntimos bastante completos com parceiros virtuais e interagem com robôs-bonecos como se fossem pessoas reais. Nosso protagonista é Adam Gibson. Ele é um bom piloto e um marido e pai exemplar, que ama sua família. É claro que Adam nem imaginava que, de forma totalmente acidental, acabaria sendo envolvido em uma grande conspiração envolvendo um certo empresário que movimenta bilhões e se dedica a negócios ilegais. Ele foi clonado e, certa vez, ao chegar em casa com um presente tão esperado para sua amada filha, Adam viu ali seu clone flertando com sua esposa e brincando com sua filha. Agora, a qualquer custo, Adam precisa provar que está certo, limpar seu nome e salvar sua família da morte certa, já que Michael Draker, aquele mesmo empresário envolvido em clonagem ilegal, não tem intenção de revelar à sociedade o que ele e o Dr. Weir estão fazendo. Além disso, Mike Draker não pretende parar por aí e, para manter seus negócios em segredo, iniciou uma verdadeira caçada tanto a Adam quanto ao seu clone. E a clonagem ocorreu quando Adam e seu companheiro Hank Morgan foram contratados como pilotos para um voo fretado por Michael Draker. Bem, como terminará essa história absolutamente fantástica — reconhecida em 2011 como a mais improvável da história do cinema de ficção e incluída na lista correspondente —, você poderá descobrir assistindo ao filme “O Sexto Dia”.