O thriller policial “O Observador” nos conta a história de uma dupla peculiar que está acostumada a agir em conjunto. Trata-se do agente especial do FBI Joel Campbell e do assassino em série David Griffin. Por três anos e meio, Joel perseguiu David, mas no momento mais decisivo, quando o maníaco estava pronto para se render, o agente teve que fazer uma escolha difícil em favor de uma mulher em chamas, que ele decidiu salvar; no fim das contas, ficou sem nada — não salvou a mulher nem colocou o maníaco atrás das grades. Tudo isso afetou gravemente seu estado físico e moral. Joel pediu demissão e se mudou de Los Angeles para Chicago, a fim de ficar o mais longe possível das lembranças que o atormentavam. Mas o tempo passou, e a depressão e as enxaquecas não diminuíram. Insônia, dores agudas no abdômen, inúmeros comprimidos contra dores insuportáveis, consultas constantes ao psicoterapeuta — a fuga para outra cidade não trouxe nenhum resultado. E ainda por cima, uma visita do passado. O maníaco não gostou do novo agente designado para investigar seu caso e decidiu ir atrás do antigo em Chicago para retomar o velho jogo. O jogo funciona assim: David envia a Joel uma foto da futura vítima, e ele tem exatamente 24 horas até as 21h para encontrá-la; caso contrário, como já aconteceu antes, a mulher será estrangulada com uma corda de violão — essa é a assinatura do assassino.