Nas filmagens do longa-metragem “Táxi 2”, foi utilizado um carro branco, modelo Peugeot 406, que foi montado à mão até o menor detalhe. Para o cinegrafista Alain Dutartre, de quarenta e um anos, esse filme foi o último, pois durante as filmagens da cena final — em que o “Peugeot 406” atravessa o túnel em alta velocidade — ele morreu quando um carro colidiu com o grupo de cinegrafistas, indo parar um pouco mais longe do que o planejado. Na primeira parte, nossos heróis entraram em confronto com ladrões de bancos de origem alemã, que, de vez em quando, repintavam seus carros para confundir a polícia de Marselha. Se não fosse pelo atento e onisciente Daniel, esses criminosos continuariam se divertindo por Marselha, enganando os policiais, até decidirem seguir viagem pela Europa. O segundo filme contará como Émilien, é claro, junto com Daniel, tentará colocar no lugar a desenfreada “máfia japonesa”, conhecida por todos como “yakuza”, que chegou a Marselha na esteira do Ministro da Defesa japonês, O ministro japonês desejava conhecer os mais novos meios de combate a grupos terroristas, desenvolvidos na França. Os membros da “yakuza” conseguiram o praticamente impossível — eles sequestraram o ministro, que estava sob forte escolta, literalmente bem debaixo do nariz de todos. Enquanto isso, nossos heróis, que já tinham trabalho de sobra mesmo sem a “máfia japonesa”, foram obrigados a participar da operação de resgate do ministro. É aí que Emile vai provar à sua amada Petra que ele não é, de forma alguma, um homem fraco e inútil. Ele é capaz de agir como um verdadeiro “super-herói”, capaz de realizar feitos heróicos para salvar sua amada de uma morte certa. Embora Petra ainda veja Emilen como um fraco desajeitado e distraído, por isso tenta protegê-lo de encrencas. Já Daniel, finalmente, vai conhecer os pais de sua Lily...