“O melhor para as crianças”, pensou a corporação chamada Globotech e começou a produzir brinquedos únicos, que o mundo ainda não tinha visto. Os melhores cientistas do país decidiram que usar tecnologias militares na criação de uma nova série de soldadinhos infantis era uma excelente ideia, e que incorporar microprocessadores autoaprendizes em suas estruturas seria um avanço incrível. O resultado foram prateleiras lotadas nas lojas de brinquedos com paraquedistas de espírito guerreiro e seus piores inimigos — os chamados gargonitas, criaturas fantásticas desconhecidas, mas boas por natureza. A criança, idealista, não quis se aliar ao mal; os pacíficos gargonitas conquistaram o coração do menino, e ele decidiu que lutaria ao lado deles. A batalha, que começou como uma brincadeira, transformou-se em um confronto sério, pois os agressivos fuzileiros navais também passaram a lutar contra pessoas que nada suspeitavam. O menino, a menina vizinha, seus pais, os criadores dos monstros inteligentes e os gargonitas tiveram que pegar em armas para salvar a humanidade da invasão dos maliciosos guerreiros de brinquedo. A equipe de humanos, unindo forças com criaturas amigáveis, lutou não por vida, mas por morte contra os soldadinhos que ansiavam ferozmente pela vitória e não conheciam nada além da guerra.