Agradeço ao diretor Brian Helgeland e a Mel Gibson por terem trazido de volta às telas meu tipo favorito de herói, que lembra um pouco Steve McQueen ou Charles Bronson, um homem forte, de poucas palavras e confiável, que age sozinho. Um membro de uma poderosa organização criminosa precisa pagar 70 mil dólares aos seus chefes. Por isso, ele convida Porter (Gibson) para o trabalho. Junto com ele e sua esposa, eles assaltam um carro no qual asiáticos transportam dinheiro “sujo”. Mas um mafioso covarde coloca na mão da esposa de Porter uma foto do marido nos braços de uma prostituta, e ela dispara uma bala atrás da outra contra o marido. Achando-o morto, eles pegam o dinheiro e vão embora. Mas Porter não morreu e, cinco meses depois, voltou para acertar as contas — recuperar seu dinheiro e se vingar.