Paisagens magníficas e de tirar o fôlego da selva amazônica. Povos interessantes, com seus costumes, regras e tradições, vivendo no seio da natureza, despertaram o interesse de um grupo de pesquisadores. Eles contrataram um guia e partiram em uma viagem e, é claro, para visitar esse povo misterioso e selvagem. Será que, ao contratar um guia em uma região desconhecida, algum turista se interessaria pelo seu passado? Perguntaria sobre algo pessoal ou sobre sua saúde mental? Pois bem, esses pesquisadores contrataram uma pessoa que lhes era completamente desconhecida. Um homem que persegue seus próprios objetivos nessa viagem e que não precisa dos contratantes por causa do dinheiro, mas sim como uma isca nada mal para um grande predador. Um predador que, se capturado, pode render uma fortuna. Um predador que despertará o interesse não apenas do público, mas também de cientistas de todo o mundo. Esse guia não se preocupa com princípios morais, não se importa com o sofrimento das pessoas ao seu redor; a compaixão é algo estranho para ele. Ele tem o objetivo de toda a sua vida: capturar uma cobra gigante, que supera em tamanho todas as cobras já vistas até hoje. Uma cobra impiedosa, sanguinária e, acima de tudo, faminta. Para alcançar esse objetivo, o homem está disposto a tudo, a ponto de atrair a atenção da cobra com uma isca nada inofensiva. No papel de isca, estarão os pesquisadores, que nada suspeitam. Ao descobrirem a armadilha e o papel que lhes foi designado, eles deverão se esforçar com todas as forças para sobreviver. E aprender uma lição para a vida toda: não confiar em estranhos.