Este filme foi produzido graças aos esforços de nada menos que cinco estúdios cinematográficos e, consequentemente, de cinco países, e foi concebido como uma sequência do popular filme do início dos anos 80 “O Lobisomem Americano em Londres”, dirigido por John Landis. Os críticos de cinema, ao contrário do público (especialmente o russo), receberam o filme de Anthony Waller de forma extremamente negativa, mas, apesar disso, no Festival Internacional de Cinema Fantástico, realizado em 1998 em Gérardmer, “O Lobisomem Americano em Paris” recebeu o Grande Prêmio na categoria “Prêmio do Público”. Aliás, inicialmente, D. Landis deveria ter sido o diretor do filme, mas quem assumiu a direção foi E. Waller, que também participou do filme interpretando um pequeno papel como maquinista do metrô — no momento em que Andy matou Claude para comer o coração do lobisomem e voltar a ser um ser humano normal. Então, Andy, junto com seus amigos Chris e Brad, vivia tranquilamente na América do Norte, mas então lhes ocorreu a ideia de viajar para a França, para Paris, a fim de passar as férias de forma divertida e descontraída. Dito e feito. Os amigos estão em Paris e aproveitam a vida. No entanto, a diversão acabou quando Andy, por puro acaso, se viu no local onde uma garota com tendências suicidas chamada Serafina, como de costume, decidiu pôr fim à própria vida. Para seu azar — ou talvez para sua sorte —, Andy salvou a garota da morte. Mas foi aí que Claude entrou em cena. O líder dos lobisomens parisienses, chamado Claude, provou o sangue de Andy, matou seu amigo e não pretendia parar por aí. Mas Andy, que se tornou lobisomem graças a Claude, não aceita permanecer nesse estado pelo resto da vida (que agora é infinita para ele) e está decidido a voltar a ser humano. Para isso, porém, o rapaz não precisa apenas matar Claude, mas devorar seu coração. Além disso, Andy se apaixonou por Serafina e quer que ela também volte a ser normal, para que, mais tarde, quando tudo se acalmar, ele possa pedi-la em casamento...