“Quando o futuro se torna história” Quando B. Willis foi convidado para interpretar James Cole no filme “12 Macacos” — e ele, é claro, aceitou —, o diretor impôs ao ator um ultimato com várias condições, uma espécie de lista de proibições com clichês de atuação que Bruce Willis não deveria, sob nenhuma circunstância, utilizar durante as filmagens; na lista de proibições estava também o famoso olhar de olhos azuis, firme e penetrante, com os olhos ligeiramente semicerrados. Essa era uma condição imprescindível; caso contrário, apesar das objeções da Universal — que havia proposto Bruce para o papel —, o diretor voltaria à sua primeira escolha para o papel de James: Nick Nolte. T. Gilliam escolheu pessoalmente a atriz M. Stone para o papel da doutora Catherine Riley, pois ficou impressionado com sua atuação no filme “Um Instante”. Já no que diz respeito a Brad Pitt, o diretor inicialmente considerava que ele não era, de forma alguma, adequado para o papel de Jeffrey Goines, e somente após longas e convincentes persuasões e argumentos do diretor de elenco, Brad foi escalado para o filme, por assim dizer, “em meio período”, com um cachê modesto, pois, naquela época, aquele jovem ator ainda era um galã desconhecido e nem sequer era casado com ninguém. No entanto, segundo muitos críticos, B. Pitt desempenhou o papel de forma brilhante, o que não é de se surpreender, já que ele se preparou minuciosamente para o papel, passando várias semanas na Universidade de Pesquisa da Temple, visitando e estudando pacientes da ala psiquiátrica. Quanto ao enredo, o personagem de B. Willis — James Cole —, em 2035, concordou em participar de um programa experimental e viajar para o passado distante, em 1996, mas acabou indo parar em 1990, o que complicou o cumprimento de sua missão de ajudar os cientistas a desenvolver uma vacina contra um vírus mortal que “exterminou” quase toda a humanidade em 1996.