O diretor responsável pelo sexto filme desta série de terror foi, desta vez, Joe Chappell, para quem este trabalho marcou o segundo em sua carreira cinematográfica. Os produtores gastaram novamente US$ 5 milhões na produção do filme e arrecadaram pouco mais de US$ 15 milhões. Mas o mais importante é que justamente o sexto filme possui várias versões do enredo, e a versão dos produtores só teve sua estreia pública em meados do outono de 2013, enquanto a estreia oficial ocorreu um ano depois. Além disso, o criador original dessa série de filmes, D. Carpenter, praticamente não participou da produção do sexto filme de terror, e o próprio roteiro sofreu alterações por nada menos que onze vezes — foi exatamente esse o número de vezes em que foi reescrito, buscando o melhor resultado. Bem, agora algumas palavras sobre o enredo do filme “Halloween 6: A Maldição de Michael Myers” (1995). Jamie Lloyd, que acabou sobrevivendo aos acontecimentos do final do filme anterior, deu à luz um filho. Ela sente que uma ameaça mortal paira sobre ela e seu filhinho e, como sempre, acabou tendo razão. Jamie foi alcançada pela “mão punitiva” do tio, mas o filho conseguiu escapar do mesmo destino da mãe, pois foi acolhido por pessoas bondosas. Michael Myers, que chegou tão fácil e rapidamente até a sobrinha, não conseguiu acabar com o filho dela com a mesma facilidade. Mas as “forças das trevas” precisavam urgentemente de uma vítima final, e Michael continuou a procurar o menino, guiado por membros gananciosos de uma seita antiga. No entanto, eles também tiveram o mesmo destino das vítimas do maníaco assassino. Ele não pretendia se tornar um fantoche, pois sempre decide por si mesmo quem, quando, como e por que deve matar… E Michael Myers sabe que precisa tirar a vida do filho de sua sobrinha...