Apesar de o sucesso de bilheteria desse desenho animado ter sido um pouco ofuscado pelo lançamento, na época, do filme “Toy Story”, as excelentes vendas em vídeo levaram a se pensar em uma continuação da história. Assim, por exemplo, em 2002 foi lançado o desenho animado “Balto 2: Em Busca do Lobo”, e em 2005 surgiu o desenho animado “Balto 3: Asas da Mudança”. Mas, ao contrário do primeiro desenho animado, nas sequências já não havia cenas com atores reais. Balto é um jovem, mas já adulto, cão-lobo. Ele é metade husky siberiano e metade lobo ártico. Bem, a história contada no desenho animado “Balto” começa como um filme de ficção, na cidade de Nova York, na década de 1990. Uma senhora idosa, junto com sua neta e acompanhada por uma husky siberiana chamada Blaze, passeia pelo Central Park em busca do monumento em homenagem ao famoso Balto. Cansada, a avó sentou-se para descansar e decidiu contar à neta uma história que aconteceu em 1925 — e assim começa o desenho animado. Cidade de Nom, ano de 1925. Balto — um jovem sem-teto, metade husky siberiano e metade lobo ártico. Os moradores têm um pouco de medo dele, por isso ele se instalou em um velho barco abandonado e mora lá junto com Boris (seu fiel companheiro — um ganso, de origem russa). Balto tem um grande hobby: corridas de trenós puxados por cães, embora ele próprio ainda não tenha participado delas. Além disso, Balto gosta da simpática Jenna, uma husky de raça pura que pertence a Rosie. A menina Rosie é, talvez, a única entre todos os moradores da cidadezinha que não tem medo de Balto e confia nele. Os cães de tração da equipe, liderados por Stil, não gostam muito do cão mestiço e o recebem com hostilidade, mas quando uma epidemia se alastrou pela cidade e as crianças corriam risco de morte, foi justamente Balto que, apesar das dificuldades, decidiu cumprir a tarefa que se propôs, afinal a pequena dona de Jenna poderia morrer sem esperar que o ilustre Stil trouxesse o soro salvador...