Os críticos de cinema avaliaram positivamente a primeira parte do filme, que incluiu uma paródia do filme “Os Intocáveis”, mas o meio e o final poderiam ter sido melhores, considerando um começo tão inspirador. De modo geral, na opinião dos críticos, o filme perdeu o charme devido à ausência de elementos românticos ou de ação, que eram abundantes nos filmes anteriores. Além disso, o humor não agradou, pois parecia muito mais fraco e como se tivesse sido copiado das versões originais. Mas as críticas negativas não afetaram a bilheteria do primeiro filme do diretor Peter Segal. Com um orçamento de US$ 30 milhões, arrecadou pouco mais de US$ 51 milhões. Bem, nosso herói otimista, desta vez, enfrenta dificuldades na vida familiar. O fato é que Frank, depois de se aposentar, agora é, por assim dizer, um “dono de casa” ao lado de sua belíssima esposa. Isso faz com que ele e Jane mal saiam do consultório do psicólogo de casal. A esposa sonha que ela e Frank finalmente “concretizem o casamento”, no sentido de que se tornem, de uma vez por todas, pais felizes. Mas Frank não está no estado de espírito adequado para assumir também essa responsabilidade. Ele se sente oprimido pelo fato de que, mesmo estando no local do crime e testemunhando a prática do crime, não tem meios legais para impedi-lo. Por isso, quando seus antigos e leais colegas de serviço o procuram pedindo ajuda, desperta em Frank aquele tenente Drebin para quem não há obstáculos quando se trata de alcançar um objetivo. E basta apenas se passar por criminoso para entrar na prisão e conseguir algumas informações do verdadeiro criminoso, um terrorista suicida chamado Rocco Dillon...