Na terceira parte da franquia, Roger Murto já se preparava para se aposentar, mas literalmente seis dias antes desse momento tão esperado, ele, junto com seu fiel e extremamente temperamental parceiro, Martin Riggs, terá que investigar um caso relacionado ao tráfico de armas por um grupo criminoso liderado por um ex-policial. Ao contrário dos dois primeiros filmes da franquia, que receberam o máximo de críticas positivas dos críticos, o terceiro filme acabou sendo levemente criticado devido a certa falta de coesão no enredo. Aliás, o diretor Richard Donner, que era um ativista fervoroso pelos direitos dos animais e pelo direito deles à vida, inseriu no terceiro filme uma enorme quantidade de cartazes e adesivos relacionados a esse tema. Até mesmo uma das filhas do detetive Roger Murtaugh usava uma camiseta com uma mensagem relacionada a isso. O roteiro da terceira parte foi reescrito várias vezes por Jeffrey Boam, que em seus rascunhos unia, em um impulso romântico, Martin Riggs e Riana Merto (filha de Roger), e pelo roteirista Robert Mark Kamen. Robert foi contratado pessoalmente pelo próprio diretor Donner, já que ele não gostava de forma alguma do que Boom havia proposto; este, por sua vez, acabou sendo demitido devido a divergências criativas, depois de ter escrito mais duas versões do roteiro. Robert Mark Kamen teve que reescrever tudo, mas o que ele escreveu também não agradou, e decidiu-se trazer de volta ao projeto o demitido Bowm, que concordou, mas com a condição de trabalhar sozinho. No fim das contas, após essas mudanças e reescritas do enredo, surgiu o que ficou conhecido como “Arma Mortal 3” e, apesar de algumas críticas negativas dos críticos de cinema, o público acabou recebendo o filme com mais carinho e de forma mais favorável. Esse carinho se traduziu em uma bilheteria que superou em muito os custos do orçamento.