Esse caso sem precedentes ocorreu no filme familiar de Brian Levant — “Beethoven”, que não trata do famoso compositor do século XVIII, mas de um cão da raça São Bernardo, apelidado de Beethoven. A história começou quando vários filhotes de São Bernardo foram roubados de uma loja de animais. Um dos filhotes, por milagre, conseguiu fugir. Ele entrou escondido na casa da família Newton e, quando foi descoberto, praticamente todos os membros da família ficaram encantados com o cachorrinho, exceto, talvez, o chefe da família, George Newton. No início, ele se opôs categoricamente à ideia de terem um cachorro e justificou sua recusa dizendo que estava muito ocupado no trabalho e que ninguém da família iria querer cuidar do animal. George não queria, de forma alguma, assumir a responsabilidade pelo cão, mas sua esposa, Alice, e os filhos acabaram convencendo-o a ficar com o filhote. Deram a ele o apelido de Beethoven, pois ele reagiu latindo à brincadeira de Emily, quando ela tocava a Quinta Sinfonia de Ludwig van Beethoven. O cachorro cresceu e se transformou em um cão grande e peludo. Beethoven logo se tornou um verdadeiro membro da família e um grande companheiro para as crianças; certa vez, chegou até a salvar a pequena Emily, quando ela quase se afogou. Quando chegou a hora das vacinas, levaram Beethoven a uma clínica veterinária. Lá, eles foram atendidos por um certo Dr. Herman Varnik, que, ao que parece, se dedica a atividades terríveis — realiza experiências horríveis com animais. Varnik queria muito colocar Beethoven em seus experimentos e decidiu conseguir isso a qualquer custo. Ele chegou até a aparecer na casa dos Newton e começou a provocar Beethoven; depois, simulou uma mordida e até mostrou sangue, alegando que o cão o havia mordido, por isso ele poderia estar com raiva e precisava ser levado urgentemente a uma clínica veterinária para ser sacrificado. George Newton caiu na provocação e permitiu que o veterinário dissimulado levasse o cão.