Um ano depois, D. Lounson, R. Brown, S. Murphy, D. Berger, K. Farley e M. Martin se juntaram ao grupo de artistas. E o sucesso chegou para as Tartarugas Ninja e seus criadores, graças aos esforços do agente responsável pelo licenciamento dos produtos derivados da obra dos artistas. No início, os personagens desenhados eram em preto e branco, e contra esse fundo se destacavam as faixas vermelhas, iguais para todos. Depois que as Tartarugas Ninja alcançaram um pouco de fama, elas passaram a ter suas próprias bandanas de cores diferentes. Assim, a bandana vermelha ficou apenas com o Rafael. Michelangelo ficou com a bandana laranja, Donatello ganhou uma bandana roxa e Leonardo passou a usar uma bandana azul. Finalmente, em 1990, ocorreu a estreia do longa-metragem cujos protagonistas eram as Tartarugas Ninja. O diretor foi Steve Barron, que, naquela época, já tinha cerca de vinte curtas-metragens em seu currículo, mas nenhum longa-metragem (de autoria própria). O filme ficou mais do que bom e, assim, o primeiro longa-metragem da série sobre as Tartarugas Ninja tornou-se um dos projetos de maior sucesso — naquela época, nos EUA, em termos financeiros — de toda a história do cinema independente. Assim, as Tartarugas Ninja surgiram no esgoto de Nova York quando, por puro acaso, um frasco contendo uma substância radioativa caiu lá dentro. O frasco se quebrou, a substância atingiu as pequenas tartarugas que viviam no esgoto e, sob o efeito da radiação mutagênica, elas se transformaram em tartarugas adolescentes com aparência humana, que foram encontradas por Splinter, um rato mutante. Foi ele quem se encarregou de criar as tartarugas adolescentes, dando a todas elas nomes conhecidos em todo o mundo...