“O destino é pior que a morte”. Bem, 22 anos depois, foi lançado um remake do filme original com o mesmo título, dirigido por Tom Savini, que já “tinha lidado com mortos” e sabia como fazer filmes de terror. George A. Romero reescreveu o roteiro original de 1968, que havia escrito em coautoria com John A. Russo, e atuou junto com ele como produtor executivo. Romero disse em uma entrevista que: “a ideia de fazer um remake surgiu, em parte, devido aos problemas com os lucros do filme original. A prolongada ‘batalha’ pelos direitos, bem como a notícia de que também surgiram problemas com os direitos autorais, tudo isso serviu de prenúncio de que praticamente não haveria mais lucros com o projeto original”. É claro que a produtora de Romero conseguiu ganhar o caso, mas a distribuidora já havia decidido se retirar do negócio e o dinheiro foi perdido; isso, por sua vez, preocupou os autores, pois agora alguém agora tivesse a possibilidade de filmar um remake não autorizado, o que levou os criadores a começarem a produzi-lo eles mesmos às pressas. Bem, o enredo permaneceu praticamente o mesmo. Um irmão e uma irmã chegaram ao túmulo de sua mãe na Pensilvânia, e então começou… Por toda parte — zumbis, zumbis e mais zumbis… quem vai sobreviver?