Como sempre, esse filme também não passou sem lesões para Jackie, que interpretou o papel principal. Ao cair no chão, ele fraturou as costelas e sofreu graves lesões na caixa torácica. Também não faltou uma distensão nos ligamentos da perna, que ficou presa em uma corrente ao pular de uma altura, o que acabou causando ainda um deslocamento da articulação do quadril. Assim, o “Falcão Asiático” voltou triunfante, para logo em seguida partir em uma nova jornada. O espírito aventureiro e a sede de aventuras levam nosso herói a um velho conhecido. Trata-se de um colecionador de antiguidades absurdamente rico, de quem os espectadores certamente se lembram, caso tenham assistido à primeira parte da trilogia. Ele propõe a Jackie que parta em busca de tesouros que foram escondidos em algum lugar da África. Trata-se do ouro saqueado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e escondido em uma base militar secreta da Wehrmacht. Para que a operação fosse bem-sucedida, o colecionador entregou a Jackie uma chave de formato incomum, que deveria abrir o cofre do tesouro. Além disso, ele decidiu enviar, junto com o Falcão, uma especialista da ONU ao chamado “continente negro”. Trata-se de uma jovem muito irreverente chamada Ada; da mesma forma que a segunda companheira de viagem — Elsa —, ela literalmente se impôs para fazer parte da equipe. A jovem e simpática alemã já há muito tempo procura seu avô, que serviu justamente naquela mesma base secreta onde o ouro está escondido. Por mais que Jackie tentasse se livrar de suas barulhentas companheiras de viagem, nada disso deu certo. Praticamente desde o início da viagem, o trio incomum se depara com diversos problemas: ora são árabes insistentes tentando roubá-los, ora são bandidos da estrada. Resumindo, as aventuras eram mais do que eles podiam suportar, mas não terminaram nem mesmo quando os três corajosos finalmente chegaram à base.