O segundo filme da série “Die Hard” é baseado no romance de W. Wager intitulado “58 minutos”. No romance, o protagonista precisava deter os criminosos-terroristas antes que os aviões começassem a cair do céu, pois, mais cedo ou mais tarde, ficariam sem combustível. O enredo do filme não difere muito do que acontece no livro. Passaram-se exatamente dois anos desde que John demonstrou seu heroísmo em Los Angeles, quando os criminosos invadiram a torre do “Nakatomi Plaza”. É Natal novamente, e John aguarda com grande ansiedade a chegada do avião em que viaja sua amada esposa, Holly, que deve pousar em breve no Aeroporto Internacional de Washington, nomeado em homenagem a Dulles. O olhar atento e perspicaz do policial não deixou passar despercebidos dois homens suspeitos em um bar. John notou tanto o uniforme que vestiam quanto os objetos suspeitos que carregavam nas mãos. Atormentado por vagas suspeitas, o policial decidiu seguir os suspeitos e, como sempre, acabou tendo razão em suas suspeitas. Um grande atentado estava sendo preparado. O principal objetivo dos criminosos era libertar o ditador — que, por acaso, também era traficante de drogas — e o general Ramón Valverde. John, como um verdadeiro patriota e policial, comunicou suas suspeitas aos policiais locais, mas eles o ignoraram como se fosse uma mosca incômoda — e não deveriam ter feito isso, pois, em pouco tempo, o Sistema de Controle de Tráfego Aéreo caiu nas mãos dos terroristas. Os bandidos cortaram a comunicação dos aviões e colocaram o aeroporto sob seu controle constante. Agora, John terá que enfrentar seus colegas e os terroristas, e salvar sozinho os aviões que circulam no céu acima do aeroporto e cujo combustível já está acabando. E ele precisa se apressar, pois o tempo está se esgotando, e em um dos aviões está sua esposa...