A propósito, o papel do parceiro de Michael Dooley nesse filme foi interpretado por um cão policial de verdade, que era considerado, de fato, um dos melhores profissionais — um cão farejador especializado na busca por drogas. Seu nome é conhecido por todos os policiais que atuam no estado do Missouri, já que Cotton, junto com seu parceiro policial, prendeu mais de duas dezenas de criminosos e, em novembro de 1991, foi declarado herói póstumo. Durante a prisão de um criminoso particularmente perigoso, Coton foi baleado. James Belushi, após as filmagens de seu primeiro longa-metragem, “K-9: Trabalho de Cão”, adquiriu dois cães da mesma raça, batizando-os de Max e King, que nas sequências interpretaram o papel do parceiro de quatro patas de Michael Dooley. Bem, agora, podemos dizer algumas palavras sobre o enredo desse filme bastante divertido e leve. Então, no centro das atenções está um policial comum, que atua na divisão de combate às drogas. Como já ficou claro, seu nome é Michael Dooley; ele trabalha sem parceiro e pretende continuar assim. Mas a chefia tem sua própria opinião, bem pessoal, sobre o assunto. Michael é obrigado a escolher pelo menos alguém como parceiro, e esse alguém deve ser um cão policial. Ordem é ordem, e Michael, com grande relutância, vai até um canil, onde já está preparado um parceiro para ele — um cão que é um verdadeiro pesadelo para todos os funcionários do canil, e por isso eles estão felizes em se livrar dele. Além disso, é um motivo para zombarem de Michael. Resumindo, Jerry Lee e Michael Dooley acabaram formando uma dupla e tanto de policiais, cada um querendo que tudo fosse do jeito que ele quer. Nesses casos, dizem que “a trança encontrou a pedra”, embora, no caso deles, não se saiba quem é quem. Embora não tenha sido fácil, os dois conseguiram se entender, e isso foi facilitado por um incidente desagradável envolvendo a ex-esposa de Michael, que foi sequestrada por aquele a quem Michael havia cruzado o caminho — um traficante de drogas...