Desta vez, Alan B. McElroy também se encarregou de escrever o roteiro, tendo concluído o enredo em um tempo recorde de 11 dias. De acordo com o plano dos roteiristas, o filme deveria começar com cenas em que o famoso Dr. Loomis sobrevivia à explosão que ele mesmo provocou na clínica com o objetivo de matar Myers. No entanto, mais tarde, os criadores decidiram não vincular o quarto filme aos dois primeiros. Além disso, devido ao orçamento reduzido, muitas cenas tiveram que ser descartadas, e alguns personagens tiveram que ser poupados. Assim, por exemplo, o xerife Ben Miker (interpretado por Beau Starr) sobreviveu, embora inicialmente planejassem queimá-lo em sua própria casa. Portanto, já se passaram dez anos desde a explosão no hospital. Estamos no final de outubro, mais precisamente no dia 30 de 1988. Michael sobreviveu à explosão e encontra-se inconsciente (em coma). Segundo os médicos, ele nunca mais poderá se locomover sozinho, pois está completamente paralisado. Mas Sam Loomis, que também sobreviveu, lembra-se perfeitamente da “resiliência” do maníaco assassino e quer alertar os médicos de que não se deve subestimar o criminoso que está em coma. Especialmente se eles pretendem transferi-lo para outro centro de tratamento. Loomis sabe que Meyer está apenas esperando ansiosamente pelo momento certo para voltar a agir “como de costume”, afinal, ele ainda tem assuntos pendentes na liberdade que precisa, sem falta, concluir. Mas ninguém acredita no médico… e é um erro. Pois Lumis acabou tendo razão, e Michael escapou, deixando para trás corpos mortos dilacerados e poças de sangue. Agora, o alvo de Michael é a filha de sua irmã Lori — Jamie Lloyd...