Além disso, em homenagem a Byron Kennedy, o Instituto Australiano de Cinema, em parceria com George Miller, criou o “Prêmio Byron Kennedy”, concedido àqueles cujo trabalho seja reconhecido como — “Busca pela excelência na indústria do cinema e da televisão”. Aliás, aos 18 anos, Byron Kennedy fundou sua própria produtora, chamada “Warlok Films”, e lançou vários curtas-metragens amadores sob esse logotipo. Após a trágica morte de B. Kennedy, a empresa foi renomeada em sua homenagem e agora se chama “Kennedy Miller Mitchell”. Então, agora algumas palavras sobre o que acontece no terceiro filme, “Mad Max: Sob a Cúpula do Trovão”, cujos eventos se desenrolam quinze anos após os acontecimentos da segunda parte. A guerra nuclear ocorrida há muitos anos fez a civilização humana recuar para um passado distante. A terra natal de Max, a outrora próspera e desenvolvida Austrália, é agora um deserto árido, onde não se encontra um único ser humano por muitas milhas. Onde antes havia megacidades, agora não há nem uma única alma, e Max continua vagando pelas estradas que mal se distinguem sob a areia. O destino quis que ele chegasse a Bartertown, esse recanto esquecido por Deus que mais parece uma fossa fétida. O nome desse lugar indica que seus habitantes se dedicam à troca de produtos naturais, e quem manda por lá é a Tia Entiti, uma mulher extremamente maliciosa e muito cruel. Ela divide o poder nesse lugar com outro sujeito bastante desagradável — um anão, apelidado de Mestre. O Mestre sempre se desloca nos ombros de Blaster, um homem de estatura muito alta. Acontece que Max perdeu algo (ou melhor, algo lhe foi roubado), e ele deseja recuperá-lo. Mas a Tia Entiti só concorda em devolver os pertences de Max se ele derrotar o Blaster, e de jeito nenhum de outra forma. Max concordou e venceu. No entanto, a Tia Entiti não cumpriu sua palavra. Pelo contrário, ela ordenou que seus capangas enviassem Max para o deserto — amarrado, sem comida nem água...